quarta-feira, 10 de julho de 2019

BRM 600 Cruzeiro by Randonneurs Mogi das Cruzes

Confesso que para este brevet eu fui com medo da altimetria e do frio que tanto falaram no grupo!

Montei a bike na véspera, coloquei a bolsa de quadro, bolsa de guidão e bolsa de selim e todos os acessórios para simular o máximo possível de carga para a prova principal deste ano, O Incadivide em Agosto no Perú;

Na bolsa de guidão:
9 géis
1 rapadura
1 bolacha da gu
1 pct salamito
2 saquinhos de bala de goma
2 pdal bars

Na bolsa de quadro:
chaves alem e de corrente
canivete
2 câmaras reserva
kit reparo câmara (cola, remendo, lixa)
2 espátulas
power bank 10.000 mAp
cabos usb/mini usb
luva reserva
protetor solar
proteror solar de rosto
gel anti atrito

Na bolsa de selim:
2a pele
bretelle
blusa acolchoada
1 par de meia
1 camiseta de ciclismo
manta térmica
manguito
touca reserva
capa de chuva/vento

No cockpit:
GPS bryton
Farol gaciron 800 lúmens
suporte térmico para garrafa (c/ enérgetico)
garmin 920xt (back up)

Na bike:
gopro hero 2
2 caramanholas (água e eletrólitos)
sensor rpm no pedivela
2 sinalizadores vermelhos traseiro
1 sinalizador branco/vermelho reserva

Vesti:
2a pele
camiseta ciclismo
jaqueta frio de ciclismo
sapatilha mtb
gorro/bandana de pescoço/ versátil
luva simples fechada
óculos
fita cardíaca garmin
capacete bontrager
faixa refletiva

A largada foi às 22h:23m do dia 5 de Julho, já estava frio e a promessa era de mais frio, eu saí bem agasalhado e com blusa extra na bolsa de selim, seguimos sentido Piquete, uma serra longa, escura, fria com vento gelado e com neblina, ali como não enxergava nada o jeito era só pedalar, girar o pedal até o momento de acabar e enfim poder descer a estrada sentido Barrera e Wenceslau Braz onde teria o PC1 na Igreja, ali tirei a foto e tremi de frio por ficar parado apenas 5 a 7 minutos, seguimos sentido Piranguinho (cidade do pé de moleque) passando por Itajubá e Pedralva e então o PC2 seria no hotel e conveniência Leo, ali comprei um refrigerante e comi algo que eu havia levado, o próximo PC3 seria em São Lourenço/MG na padaria nova aliança já acumulando 186 km, então parei pra comer um misto com ovo e um café com leite, neste momento peguei um pouco de sol, fiquei por lá uns 30 minutos e então segui para o próximo destino que seria o Hotel W.L. em Bom Jd. de Minas com maior distância entre um PC e outro, 122 km, cheguei no PC4 e tirei a foto, fiquei na dúvida em dormir no hotel ou seguir, mas resolvi seguir pois estava de dia e sem sono, comprei uma pomada para assaduras, eh, rs, comprei água e gatorade e então segui adiante, parei na próxima cidade para comer outro misto com ovo, refrigerante e café, carreguei um pouco meus acessórios (celular, farol, power bank) e então outros randonneurs passaram e decidi partir com eles, neste ponto eu já havia pedalado 340 km (Sta Rita de Jacutinga), e eu já estava quase saindo também, foi bom, já estava escurecendo e seguimos em grupo pelas serras, tive que fazer força pra chegar no grupo e dali até o PC5 em Conservatória/RJ fomos praticamente juntos, chegamos na cidade e fomos tomar uma sopa, muito frio neste momento, até cochilei na cadeira enquanto a sopa era preparada, não havia dormido nada e já estávamos com 376 km acumulados fora as altimetrias e frio! Ficamos acho que alguns 40 minutos por ali, partimos para tirar a foto do túnel e seguimos juntos até o PC6 na Rodoviária em Piraí, lá não compramos nada, mas eu tomei meu enérgetico que estava carregando desde a largada, rs, seguimos para o PC7 por mais 60 km sentido Passa Três até chegar em Bananal para tirar foto no Coreto da praça, tiramos foto e carregamos um pouco o farol e comi algo, lógico que entre alguns kms e outros consumi géis, água e isotônico que eu havia comprado em algum local, aqui eu tremi de frio e coloquei a blusa acolchoada, também fizemos uma parada para cochilo de 15 minutos, tomei um comprimido para dor e depois um para o estômago, bem seguimos o pedal por mais 70 km até Areias no Bar Sant´anna e tiramos foto do PC8 já com 560 km acumulados, ali tomei 2 cafés e comi um pedaço de bolo, meu joelho direito havia reclamado há alguns kms atrás, faltavam 49 km e daqui pra frente fui no modo mais tranquilo e não segui os outros randonneurs, cada um com seu pace e meu objetivo seria chegar no PC9 que é de onde saímos, cito, Cruzeiro/SP, bem, este trajeto foi difícil, muitas subidas é claro e eu já estava com dores no joelho direito e então o esquerdo começou a doer faltando 30 km, segui pedalando e as dores ficaram mais intensas faltando apenas 15 km para eu chegar, eu não tinha forças para empurrar o pedal, doia muito, nem sentado e nem em pé a dor passava, e então eu decidi empurrar a bike nas subidas e pedalar suave nas retas e descer pequenas ladeiras sem forçar, só na gravidade mesmo, rs, meu GPS principal já estava sem bateria e havia ligado o backup / garmin de pulso, a precisão da rota não era tão boa e faltando 2 km para chegar errei o caminho e segui em direção à Piquete, perdi uns 10 minutos nisso, voltei e segui para Cruzeiro para então brevetar, cheguei com fome, sede e sono, foi o momento para colocar o celular para carregar e poder mostrar as fotos dos PCs, tomar a canjiquinha do organizador, hidratar, trocar a roupa e capotar no banco de madeira por 1h:30m, rs. Essa doeu!!!

Independente da dificuldade do desafio, e esse foi sim o mais dificil que eu já fiz, tanto em distância quanto em temperatura e carga na bicicleta, é importante lembrar dos melhores momentos e eu lembro de vários momentos de estar na estrada sozinho somente com a luz das estrelas e um pouco da lua, muita vegetação, montanhas, quedas d´agua, cachoeiras e sons de animais e etc, valeu a pena cada quilômetro e subida!

   Tudo separado - Check List para não esquecer nada!
Ciclista Modelo ;)

    Bolsa de quadro, de selim e de guidão + equipamentos que irei vestir e usar direto na bike;
Set Up bike - pronta!

Parada para o café à caminho de Cruzeiro/SP


       Foto pré largada, esperando o horário da largada (22hs);
Jantar feito pela organização do RMC - sempre ótimo!

vista do cockpit - gadgets , bolsas, etc


foto no PC1 - Wenceslau Brás 
Frio ali, tremi um pouco na saída;



Foto PC2 - Piranguinho, Cidade do pé de moleque
   


foto PC3 - São Lourenço - Padaria Nova Aliança


Em algum lugar matando a fome, lembro de estar bem faminto aqui e com km acumulado!

tentando fazer amizades!


foto PC4 - Bom Jardim

foto PC5 - Conservatória/RJ - túnel Maria Nossar


frio pacas por aqui também, creio que 5 graus mas sensação mais baixa!



foto PC6 - Piraí -Rodoviária Thereza Bastos Muller

foto PC7 - Bananal - Praça do Coreto  

foto PC 8 - Areias - Bar Sant’Anna,

Foto Chegada / Base RMC em Cruzeiro/SP - ufa!!!


Fotos bastidores:


cochilo em Conservatória, esperando a sopa sair! cansado neh!!!


A recompensa: Canjiquinha do organizador RMC, top como sempre!!!

GPS bryton - aguentou bem!

GPS reserva - garmin

jantar de massas pré largada - nhoque nhoque!!!

turma reunida na mesa, troca de experiências enquanto se alimenta!



cada PC e seu horário de chegada para poder validar e brevetar!






segunda-feira, 17 de junho de 2019

2 Dias = 2 Desafios: Dia 1 - BRM 200 km SLP by RMC e Dia 2 - Road Brasil Ride em Pardinho/SP



Dia 1 - BRM 200 São Luiz do Paraitinga by Randonneurs Mogi das Cruzes


Trek Gravel - Pneus 42mm

um pouco da alimentação (levei um pouco mais que isso e comia no caminho quando encontrava alternativa), iluminação (usei o farol das 17:30 as 19hs), GPS e ferramentas;


PC zero
Tivemos o Briefing na praça de SLP onde foi explicado o percurso e detalhes relevantes, largamos às 7:11 da manhã, fria, uns 7 a 10 graus, saí com 2a pele, manguito, camisa de ciclismo e capa de chuva/vento, fui tirar a capa após o 1o PC;

PC1 - Placa da Serra do Mar (km 36); Até aqui foi só estrada de asfalto e o pedal rendeu, embora com pequenas serras mas após esta placa começou o trecho de terra com 21,5 km, fui com cautela e o pessoal com MTB descia a toda velocidade mas eu não!

PC2 - Restaurante Tempero da Roça em Catuçaba/SP (km 58);

como estava fechado, tomei um refrigerante em um bar adiante, onde outros randonneurs estavam, fique ali por alguns minutos pois quando eu cheguei os demais randonneurs estavam saindo, creio que haviam uns 6 a minha frente; cada um no seu PACE;

foto tirada em algum lugar alto após uma longa subida, o visual da região é lindo, mas tem que subir pra poder ver tudo isso, rs

PC3 - Igreja Metodista em Jericó (km 94); Pudemos abastecer só com água das torneiras, até que estava fresca, pois não havia nenhum comércio na região e o calor estava demais!

uma foto da subida de lajotinhas para sair de Jericó, subi sem por o pé no chão mas lembro que faltando alguns metros quase desisti e então segui até o fim já que eu estava com este pequeno desafio na cabeça, a frente da bike até levantava de tanta inclinação, valeu a experiência!

PC4 - O lavandário: fica na estrada de Cunha sentido Paraty, antes de chegar ali tem uma rampa para escalar, ou seja, uma subida muito ingríme, eu já conhecia esse trecho mas não lembrava que era tão forte e chata e no calor tudo fica pior, ah e antes de chegar aqui eu errei o caminho, saindo da estrada de terra e fui sentido Cunha (esquerda), e rodei alguns kms a mais e algumas subidas extras sem necessidade mas voltei para este PC para poder brevetar, depois foi só descer a serra #sqn pois tem mais serras para subir até chegar em Cunha, onde parei no UAI lanchonete para comer um salgado com refrigerante e abastecer com água;

não dava pra sorrir, só tem subida no rolê, rs

a bici sofre mas continua inteira! km 105,5 do Brevet!

PC5 - Tudo da Roça (sentido Guaratinguetá) km 120 do Brevet;

Aqui encontrei mais dois randonneurs, que saíram na sequência, eu aproveitei para usar o toilete, tomar um café deles, tomar água de coco de caixinha e logo chegaram mais dois randonneurs, arrumei minhas coisas e saí um pouco depois sem eles, pois o importante é rodar nos brevet e o relógio não para e o frio chega! Tive a oportunidade de conversar um pouco com a gestora (acredito que seja), pois ela ficou interessada em saber mais sobre a bike gravel e sobre o evento, bem simpatica e gentil! vale a visita!

PC Chegada - Igreja Matriz SLP - km 200, quando chega tem que sorrir mesmo;
Encontrei os dois randonneurs em Lagoinha novamente, eu ia passar direto mas eles me chamaram e eu parei no supermercado que eles estavam, tomei uma água de coco de caixinha, comi um restinho de massa de pizza que eu levei, rs e eles me deram um pouco de batata frita de saquinho, abasteci a água e seguimos juntos para os 20 km finais, já estava escurecendo e então coloquei minha jaqueta corta vento/chuva e reflexiva e fomos no sprint até SLP; 

eu e a magrela!

aqui o passaporte com os horários que passei nos PCs comprovando meu Brevet de 200 km misto SLP by RMC;

certificado virtual! mais um brevet difícil realizado! 
RMC parabéns pelas subidas!





Dia 2 - Prova de Ciclismo - Road Brasil Ride em Pardinho/SP - 69 km

Fui para esta prova sem muita expectativa, levei minha gravel, toda sujinha de barro do dia anterior no BRM misto, dirigi 360 km até lá, de SLP até Pardinho, dormi umas 4 horas em um motel na estrada, há 50 minutos da prova, ou seja, sábado saí as 3:30 da manhã de casa, dirigindo até SLP, fiz a prova, dirigi até perto de Pardinho, descansei um pouco e fiz a prova, logicamente eu não estava 100% descansado mas no início da prova saí no fundão e fui entrando na prova e recuperando posições, sem abusar muito, não consegui ficar em grandes pelotes, no máximo 6 ciclistas e puxei o pelote em raros momentos para contribuir, haviam várias descidas fortes e o pessoal acelerava mas meu pedivela maior é tamanho 39 e o pessoal usa ou 53 ou 50 e isso faz diferença na aceleração, enfim, pedalei e tentei curtir. Em comparação à prova que fiz em 2017 meu desempenho foi pior mas talvez pelo fato de eu não ter ido com o propósito de pedalar forte, bem, feliz por ter feito essa prova novamente e não teve nenhuma intercorrência! Bora treinar e pedalar! Abs,







terça-feira, 21 de maio de 2019

Ciclismo - São Paulo até Paraty - 300 km

A convite do Rafa da Trekstore_Tuttobike fomos no dia 19 de Maio para Paraty/RJ pedalando, a saída foi da loja ali na Pompeia, 10 ciclistas, uma van com carretinha foi nosso apoio durante todo o trajeto!

Esse pedal foi épico, pedalamos muito mesmo, o grupo ficou bastante unido e tudo deu certo, apenas 2 pneus furados, ao final chegamos no escuro e com chuva em Paraty nos últimos 10 kms praticamente, o acostamento da placa da divisa SP/RJ até Paraty estava muito suja com galhos grandes e etc, desci por ali e tive que pular galhos, torcer pra não escorregar ou travar as rodas, depois pulei para pista e segui na linha branca mas faltando 3 km segui no acostamento com velocidade de 10 km/h pra não ter risco de cair, etc, este trecho final no escuro e com chuva foi tenso mas tudo deu certo! Vlw monstros!



primeira parada com 75 km, lanche rápido e partimos!

parada no pedágio da Tamoios, esperando a van para pegar água, isotônico, lanches, frutas, etc
   
um pouco do que vimos!



pelotão compactado!

pedala homi! rs
pneu dianteiro furou com 195 km, iríamos parar com 200 km!
Aqui é um posto de guincho da rodovia, o pessoal de lá nos atendeu super bem, arrumou o espaço e acabamos comendo um frango, sanduiches, frutas, refri, água e isotônico por ali mesmo!

eu podia estar....mas estou pedalando, rs..

o sol apareceu, claro!

faltam 24 kms até Paraty, nem parece ser tão longe, rs

Rafa morreu depois de puxar o pelote por 276 km, rs (ET)!

tradicional placa da divisa SP/RJ

resumo do pedal Épico!



Audax 400 Boituva by Randonneurs São Paulo


Dia 11 de Maio em Boituva/SP foi realizado o Audax 400 pelo clube tradicional de São Paulo, me inscrevi com outro amigo (Luis Pires) e fomos, abaixo seguem algumas fotos e detalhes.

Saímos pontualmente às 7hs do sábado, antes passei para fazer a vistoria, que basicamente verificam se você está com o colete refletivo, 2 luzes vermelhas traseiras, farol e capacete, neste evento não era obrigatório a manta térmica, mas levei (espremida no quadro embaixo da bolsa perto da mesa);

O trajeto não parecia ter tanta altimetria, ou melhor, não teriam grandes montanhas para subir ou inclinações tensas, fui em um ritmo moderado no início mas como eu estava de speed (normalmente faço de gravel, mais pesada e lenta) decidi apertar o passo um pouco e até me testar, segui um grupo e depois fiquei sozinho mas logo encontrei um grande amigo de audax, o Sr. Wagner, o cara nem leva GPS, sabe tudo de cabeça, pedalamos e conversamos, papo bom e é bom rever esses amigos, logo em um trecho acabei me distanciando dele e segui com a Ana que conheci ali, bate papo também, dicas de treino de força e ela chamou a atenção para o meu selim que estaria alto, fiquei com aquilo na cabeça, cheguei no PC2 (87 km) e ela logo depois, ali carimbei, comi, hidratei, carreguei minha caramanhola e segui adiante sozinho, como havia também o desafio 120 e o 200 km, acabei encontrando diversos ciclistas no caminho porém segui meu ritmo, chegando no PC3 (155km) comi um sanduíche, banana, água e isotônico oferecido pela organização e saí logo após outro randonneur, andei forte, o piso do acostamento era meio rugoso e segurava a bike mas segui até encontrar este atleta, segui marcando o pace dele pois eu não poderia ultrapassar e manter pois saberia que iria me desgastar e pagar a conta no final, em um trecho senti o pneu dianteiro fazer barulho, pensei que fosse sujeira grudada mas parei e vi que o pneu estava rasgado, isso com 200 km, faltavam 20 km para chegar no próximo PC, então remendei com um manchão estrela e segui observando e preocupado com as descidas em alta velocidade, chegando no PC3 (220 km), comi um pão com ovo e presunto, refrigerante, água e isotônico na garrafa, banana, goiabinha e maçã, fiquei uns 30 minutos nesta parada e então encontrei a Ana novamente e conheci o Fernando, saímos juntos sentido PC4, e após 25 km meu pneu dianteiro começou a fazer o mesmo barulho, percebi que o manchão não havia aguentado, comentei com eles para seguirem sozinhos pois eu iria devagar nas descidas, etc, ficamos juntos por mais alguns kms e meu pneu traseiro furou após o pedágio, o Fernando fez questão de parar e me ajudar e a Ana pediu pra seguir sozinha e adiantar (sem problemas, a prova é individual), logo troquei a câmara e seguimos eu e o Fernando, ele tinha um pneu reserva e me ofereceu, eu disse que chegando no PC4 poderíamos avaliar, então em uma descida com muita sujeira de caminhão e até uma banda de pneu inteira no acostamento, meu pneu dianteiro estourou de vez, faltavam 5 km até o PC, já era noite, com os faróis acessos trocamos rapidamente e seguimos,  no PC4 (287 km) resolvi ficar 1 hora parado e o Fernando e a Ana seguiram adiante sem mim, agradeci pela parceria e então fui comer uma fatia de pizza, refrigerante, sanduiche, banana, arrumei as câmaras furadas, carreguei mais o farol pra poder seguir por mais 120 km, então foi o tempo até eu ver um ciclista saindo e o segui, era o Carneiro, eu havia encontrado com ele em outro Audax mas nunca conversado, seguimos juntos até o próximo PC, bate papo bom, muita informação sobre audax, pbp, pneus, rodas, estrutura, etc, chegando no PC5 (352 km), carregamos nossos faróis novamente, fomos comer um salgado, tomar um refrigerante e água de coco, carregamos as garrafas e saímos novamente, no caminho meu farol começou a baixar bateria, liguei no power bank e ele ficou no modo piscante, eu tinha outro farol reserva mas com menos potência, liguei ele e desliguei o outro pois o power bank iria carregá-lo para ter a luz mais forte, foram uns 30 a 40 minutos e logo liguei e fiquei com luz 100%, seguimos e logo chegamos em Boituva novamente, o local da chegada foi no Hotel Garrafão, onde eu e minha família estávamos hospedados. Foram vários kms com novos amigos e eu só tenho a agradecer pela experiência e auxílio quando necessário, afinal este é o espírito randonneur!

Tomei um banho e fui dormir por algumas horinhas e voltei para o saguão da chegada para receber meu amigo Luis Pires e os demais que estavam chegando, parabenizando à todos pelas conquistas!!!



1 PC virtual, comprovando com foto do local com o ciclista - 28 km apenas;
  
com 200 km o pneu resolve rasgar, pirelli corsa FAIL, já é o segundo! coloquei um manchão estrela por dentro e aguentou mais 80 km até estourar de vez, consegui um pneu reserva com outro randonneur - Fernando, vlw demais!

Passaporte cheio com as chegadas!

Medalha e certificado de conclusão! TOP!


print do trajeto e detalhes do desafio!